Honda City usado é um sedã compacto para quem quer sossego e espaço

Maior, mais eficiente e mais bem equipado que o antecessor, o Honda City 2015 deixou de ser só um mini-Civic: a segunda geração ganhou porte e presença de sedã médio sem abrir mão das qualidades que fizeram dele um dos automóveis mais desejados do segmento.

A versão de maior sucesso do Honda City é a LX, com câmbio automático CVT, airbags frontais, cintos de três pontos para todos, banco traseiro bipartido com três encostos de cabeça e Isofix, direção elétrica, ar-condicionado convencional, rádio/CD player/MP3/Bluetooth e rodas de liga aro 16.

Honda City
City tem leis nas lanternas traseiras na verso LXChristian Castanho/Quatro Rodas

A mais segura é a top, EXL, que desde a linha 2016 oferece seis airbags (frontais, laterais e de cortina). No pacote você leva bancos e volante revestidos de couro, apoio de braço para o motorista, uma central multimídia com GPS integrado à tela de 7 polegadas e ar digital com comandos touchscreen.

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A EXL e a intermediária, EX, trazem câmbio CVT com modo esportivo e sete marchas virtuais, trocadas manualmente por borboletas no volante. Há ainda piloto automático, ar digital, som com tela de 5 polegadas, câmera de ré, faróis de neblina, retrovisores com repetidores dos piscas e maçanetas externas cromadas.

Honda City Guia de Usados
Segunda geração do City estreou em setembro de 2014, já como linha 2015, com barra cromada mais grossa na gradeMarco de Bari/Quatro Rodas
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Todas as versões são impulsionadas pelo veterano motor 1.5 VTEC, com 115/116 cv de potência e 15,2/15,3 kgfm de torque queimando gasolina e etanol, respectivamente.

É um automóvel tipicamente familiar: seus 2,6 metros entre os eixos garantem espaço para cinco adultos e o porta-malas, de 536 litros, é uma de suas maiores virtudes.

Honda City 2018
Grade, faróis e para-choque redesenhados para a linha 2019Léo Sposito/Quatro Rodas

Se o orçamento estiver apertado, é melhor procurar a versão de entrada, DX, equipada com câmbio manual de cinco marchas. É caracterizada pelo acabamento simplório, com rodas de aro 15 de aço e ausência de cromados na grade e no friso traseiro. A DX com câmbio CVT surgiu apenas em 2016 para atender o mercado PcD.

A partir do modelo 2018 o visual é muda com nova grade, para-choques e lanternas redesenhados para encarar os novatos Fiat Cronos, VW Virtus e Toyota Yaris.

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Honda City 2018
Faróis de led do Honda City EXL.Léo Sposito/Quatro Rodas

Os faróis passaram a ter refletores duplos e luzes diurnas de led. A versão EX ganhou airbags laterais e a EXL luzes de led tanto para o farol baixo como para o alto.

Ainda em 2018 uma nova versão surgiu para oculpar o lugar da variante DX com câmbio CVT. Chamado de City Personal, o modelo se manteve apenas até 2022, quando foi encerrado pela Honda.

Honda City 2018
<span class="hidden">–</span>Léo Sposito/Quatro Rodas

Até o fim desta geração em 2021, o Honda City recebeu pouco ajustes no seu visual, apenas pequenas revisões que o deixaram um pouco mais semelhante ao seu irmão maior, o Civic.

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Uma das poucas queixas dos donos é a ausência do controle de estabilidade, que mesmo com as atualizações durante a vida desta geração, a Honda não se preocupou muito.

Honda City 2018
O espaço interno é de sedã médioLéo Sposito/Quatro Rodas

Mas isso não compromete sua aceitação no mercado: é grande o número de entusiastas dispostos a pagar bem por um City, motivados pela fama de inquebrável e a facilidade de reparo na rede autorizada ou em oficinas independentes. Isso, mesmo após o lançamento da terceira geração, em 2021

Problemas e defeitos do Honda City

Marco de Bari
Motor 1.5 flex do CityMarco de Bari/Quatro Rodas

CABEÇOTE: O acionamento por tuchos sólidos é uma tradição da Honda e exige atenção especial: o bom funcionamento do motor depende do correto ajuste de folga de válvula e tem influência direta no desempenho.
Deve ser verificado a cada 40.000 km.

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CONSERVAÇÃO: O City tornou-se o queridinho dos motoristas de aplicativos. Cheque o histórico de manutenção com cuidado e tente encontrar incoerências entre a quilometragem apresentada, serviços realizados e estado de componentes como estofamento, pedais e volante.

CÂMBIO CVT: O fluido da transmissão CVT deve ser substituído a cada 40.000 km ou 24 meses, o que ocorrer primeiro. Vibração e falhas de tração do sistema são indícios de fluido velho e oxidado, fazendo a corrente metálica do sistema patinar entre as polias.

SUSPENSÃO: Melhorou bastante em relação à primeira geração, mas ainda demanda cuidados: vazamentos e coifas danificadas nos amortecedores são indícios de manutenção negligenciada. Buchas e batentes desgastados costumam provocar pancadas secas e elevar o nível de ruído.

RODAS E PNEUS: Fique atento à presença de bolhas nos pneus e de amassados nas rodas de 16 polegadas das versões LX, EX e EXL. Os pneus 185/55 possuem apenas 10,1 cm de flanco e são bem vulneráveis
à péssima pavimentação do piso brasileiro.

Marco de Bari
O porta-malas, com volume de 536 litros, é um dos seus grandes destaquesMarco de Bari/Quatro Rodas
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Preço médio dos Honda City usados (KBB Brasil)

Modelo2015201620172018201920202021
DX MTR$ 60.902,00R$ 61.660,00R$ 67.094,00R$ 68.466,00R$ 72.515,00R$ 74.343,00R$ 83.012,00
DX CVTR$ 67.394,00R$ 72.228,00
PERSONALR$ 73.981,00R$ 77.958,00R$ 82.678,00R$ 84.600,00
LX CVTR$ 62.620,00R$ 68.056,00R$ 71.085,00R$ 74.849,00R$ 81.284,00R$ 88.174,00R$ 92.552,00
EX CVTR$ 64.753,00R$ 67.982,00R$ 71.980,00R$ 80.175,00R$ 83.405,00R$ 91.433,00R$ 89.699,00
EXL CVTR$ 67.270,00R$ 70.604,00R$ 73.057,00R$ 84.517,00R$ 86.560,00R$ 93.524,00R$ 96.895,00

Preço das peças

PeçasOriginalParalelo
Para-choque dianteiroR$ 661R$ 609
Farol completo (cada)R$ 957R$ 790
Discos de freio (par dianteiro)R$ 1.390R$ 1.070
Pastilhas de freio (par dianteiro)R$ 441R$ 390
Amortecedores (os quatro)R$ 1.221R$ 1.179
Honda City
Porta-malas leva 536 litrosChristian Castanho/Quatro Rodas

A voz do dono

  • Nome: Maria Loísa de Oliveira
  • Idade: 31 anos
  • Profissão: funcionária pública
  • Cidade: Poços de Caldas (MG)

O que eu adoro

“Além de econômico, o City é extremamente confiável: mesmo após anos de uso diário nunca quebrou nada. Outro fator importante é a dirigibilidade: tem boa estabilidade sem prejudicar o conforto.”

O que eu odeio

“A altura livre do solo é reduzida: raspa muito em lombadas, valetas e saídas de garagem. Acabamento e nível de equipamentos também deixam a desejar: a concorrência já oferece mais por menos.”

Nós dissemos

Arquivo
Além do visual revigorado, o sedã trocou a transmissão automática de quatro marchas por uma caixa CVT. O conhecido motor 1.5 VTEC continua presente, mas quem abrir o capô notará mudanças. A primeira delas é que não há mais subtanque de partida a frio. Agora o City conta com sistema de aquecimento dos injetores.”Arquivo/Quatro Rodas

Pense também em um…

Marco de Bari
<span class="hidden">–</span>Marco de Bari/Quatro Rodas

Toyota Etios Sedan: Ele abre mão do estilo em função da praticidade, economia e confiabilidade. Tem uma ótima proposta familiar, com bom espaço para cinco e um porta-malas com 562 litros. Ficou ainda mais interessante na linha 2017, quando recebeu um 1.5 16V mais potente (107 cv) com duplo comando de válvulas variável.

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source https://quatrorodas.abril.com.br/carros-usados/honda-city-2015-a-2021-usado-defeitos/

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